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Durante os meses de outubro e novembro de 2008, o público acessou o site www.housemag.com.br e indicou cinco nomes de DJs, produtores ou projetos de música eletrônica, com o intuito de revelar no término da campanha um ranking inédito com os 50 melhores artistas da cena eletrônica nacional. Os números finais foram muito mais expressivos do que a equipe da revista esperava. Foram 28.468 usuários cadastrados, 89.291 votos para os DJs (sendo que 3.547 DJs diferentes foram votados). O resultado transparece as preferências de quem votou e também do público em geral, já que a votação foi aberta e sem complicações de cadastros. Registramos aqui o nosso "muito obrigado" a todos que participaram deste que é hoje o mais novo e maior ranking de artistas do mercado da música eletrônica no Brasil.

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1: Fabrício Peçanha
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Gaúcho com orgulho de sua terra, Fabrício Peçanha começou a trabalhar com a música no começo dos anos 90. Ele entrou em um campeonato de DJs e foi eleito o melhor DJ do Rio Grande do Sul. O incentivo o convenceu que a música era realmente seu negócio e ele seguiu trabalhando com música eletrônica. Peçanha não parou mais de crescer na carreira e ganhou diversos prêmios ao longo dessas quase duas décadas dedicadas à e-music. Talvez por isso tenha conquistado agora o primeiro lugar no Top 50 House Mag, o que prova que ele é hoje o maior nome da música eletrônica no Brasil. Além da carreira solo, também integra um dos projetos mais bem sucedidos do Brasil, o Life is a Loop. Entre os planos de para 2009 está passar a se dedicar "200%" ao seu estúdio que será montado em Florianópolis, onde mora atualmente. Inclusive já terminou algumas tracks, que já estão sendo executadas nos sets e andam repercutindo muito. Uma é um remix do Kraftwerk, "The Hall Of Mirrors", e outra é um remix da banda Comunidade Ninjitsu, com a música "Sem Vacilar". Nem é preciso dizer que neste verão ele está com dezenas de datas fechadas em várias festas. Em abril já viaja para Los Angeles. Para 2009 também planeja lançar um CD pelo selo 3Plus – agência que representa Fabrício Peçanha nas suas gigs mundo afora.

 
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2: Gui Boratto
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Arquiteto, músico, compositor e produtor de São Paulo nascido em 1974. Iniciou sua carreira no setor publicitário em 1993. Em 1994 fundou o SECT – primeiro projeto eletrônico nacional bem sucedido, com hits tocados nas principais FMs do Brasil. A partir daí, passou a produzir artistas como Pato Banton, Steel Pulse, Gabrielle, Desireé e outros. De lá pra cá muita coisa aconteceu... Produziu dezenas de artistas, lançou álbuns e remixes que ganharam o mundo e assumiu uma agenda de apresentações digna de pop star. O álbum "Chromophobia" catapultou Gui Boratto para o estrelato na cena eletrônica, tanto que ele assume a segunda posição no Top 50 House Mag. Seu próximo CD, "Take my breath away", já está pronto. Será lançado no fim de fevereiro na Europa, Ásia e EUA pela Kompakt, e em março no Brasil pela 3Plus (a festa será na Clash, em São Paulo, dia 5 de março). Entre seus últimos trabalhos está um remix para os Pet Shop Boys, com Sam Taylor Wood nos vocais, que já está nos principais charts. Tim Simenon esteve em dezembro em estúdio com Gui Boratto, e juntos estão produzindo o novo álbum do Bomb The Bass, com participações de Martin Gore, Dot Allison, Sinead O'Connor, entre outros.

 
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3: Anderson Noise
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A carreira do DJ e produtor Anderson Noise é pioneira na música eletrônica do Brasil. Começou tocando Acid House em sua terra natal, Minas Gerais, em 1989. Seguiu produzindo seus próprios eventos a partir de 1992, abrindo espaço na capital mineira para a proliferação da cena eletrônica, ainda embrionária no local. São 20 anos dedicados à música eletrônica, o que o consagra como um nomes principais nomes do Brasil no ramo – por isso ele está na merecida terceira posição, entre os mais votados no Top 50. Por onde passa, Noise é garantia de casa cheia e sempre apresenta um set impecável baseado principalmente no Techno. Anderson Noise é o único brasileiro a figurar entre os 100 melhores DJs do mundo no ranking da publicação inglesa DJ Mag. Subiu 28 posições em relação a 2007, ficando em 26° colocado. Este foi o terceiro ano consecutivo que Noise apareceu no Top 100. Produtor de mão cheia, Anderson Noise ostenta uma lista enorme que inclui produções próprias, álbuns, remixes e DVDs. Em dezembro lançou, pelo selo da 3Plus, o CD e DVD "Connection 1969", que já está repercutindo em todo o mundo.

 
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4: Mau Mau
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Influenciado pelo movimento underground americano e europeu, Mau Mau iniciou sua carreira como DJ em 1987 no lendário Madame Satã, em São Paulo. Um dos pioneiros da música eletrônica no Brasil, foi residente do clube Sra. Krawitz e do Hell's Club, responsáveis pela formação de uma cena consistente e pela disseminação da música eletrônica no país. Mau Mau está em quarto lugar no Top 50, o que confirma que ele segue como um dos DJs mais requisitados do país. A sua discografia é grande: já lançou oito álbuns, fora várias outras produções que são reproduzidas por artistas no mundo inteiro. Carl Cox, Laurent Garnier, Derrick May e Stacey Pullern foram alguns dos DJs que já tocaram suas faixas. O estilo adotado em suas apresentações é basicamente o Techno, mas, claro, com influências diversas de outros gêneros como house. Mau Mau, que é agenciado pela Smartbiz, já foi premiado mais de 10 vezes com o título de "Melhor DJ" em diferentes veículos especializados do Brasil. Além de DJ, também criou dois selos: Tropic Records e M. Music.

 
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5: Life is a Loop
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Iniciado em Curitiba, o projeto Life is a Loop começou nos palcos para celebrar a milésima apresentação da parceria entre Rodrigo Paciornik e Leonardo Arlant (Leozinho), que costumavam tocar juntos em eventos pelo Brasil. A festa ocorreu numa chácara e o sucesso que foi tanto que a vontade de fazer este encontro mais vezes foi irresistível. O gaúcho Fabrício Peçanha também integra o Life is a Loop, que ocupa a quinta posição do nosso ranking. O projeto agrega decoração e toda uma identidade visual à performance musical do trio. Bombas de papel, laser, projeção nos telões e mais uma série de efeitos especiais fazem parte do show, que sempre traz um elemento surpresa em suas apresentações. Life is a Loop também carrega de forma elegante alguns elementos da música brasileira. Sempre com bom gosto e na medida certa fundindo peso e musicalidade, os três amigos conseguem traduzir de forma incomparável exatamente o clima feliz, sensual e fino que as festas de música eletrônica em territórios tropicais devem trazer. São agenciados pela 3Plus.

 
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6: André Pulse
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André Pulse é um dos pioneiros e desbravadores da música eletrônica no centro-oeste do Brasil. Começou sua carreira no final dos anos 80, tocando rock underground. Colecionador de discos aficionado, desenvolveu seu bom gosto, influências e conhecimento musical. Suas pesquisas pessoais o levaram para Londres no início dos anos 90, onde teve contato com a nata da música eletrônica – rapidamente importada pra cá. Com o passar dos anos, Pulse acabou se tornando um dos impulsionadores da música eletrônica no centro do país, se apresentando e produzindo eventos que naturalmente fizeram história. Seu nome e seus sets se consolidaram como um dos principais motores por trás do crescimento da música eletrônica na região, e foi assim que André Pulse acabou inaugurando o lendário club que até hoje lhe empresta o nome, o Pulse Club, em Goiânia. Atualmente, o sexto colocado do Top 50, agenciado pela Play, toca nos principais clubs, sempre com a sua marca pessoal: uma inconfundível presença de palco, aliada a sets inusitadamente bem produzidos e alegres.

 
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7: Mario Fischetti
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Um dos mais respeitados DJs de house do país, Mario Fischetti mantém sua agenda lotada e toca nos principais clubes e festivais do país desde 2000. Aos poucos ele foi ganhando espaço no mercado musical e migrou de um perfil artístico underground para uma imagem mainstream; sem perder suas fundações. Em 2004, quando recebeu o prêmio de melhor DJ de house do Brasil, passou a ser o embaixador da house music no país e a partir daí outras indicações para mais prêmios apareceram. Seu trabalho passou a ser comentado de maneira ostensiva em todo o Brasil. Agora, com o título de sétimo melhor DJ do país segundo este ranking, sua carreira deve decolar ainda mais. Seus trabalhos lançados recentemente o garantiram comentários mais do que positivos na imprensa internacional. O reflexo disso foram as participações consecutivas desde 2004 em festas do Winter Music Conference, em Miami. Mario Fischetti acaba de lançar pelo selo 3Plus o álbum FSCHtT. Para 2009, pretende amadurecer o projeto da sua própria noite, com produção especial e line-up escolhido por ele mesmo.

 
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8: Marky
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Aos 35 anos, Marky é considerado um dos maiores DJs do planeta. Cidadão do mundo, mantém residência em São Paulo, capital brasileira da música eletrônica e em Londres, berço da música eletrônica no planeta. Marky começou a escrever sua história na década de 80. No início dos anos 90 já era um fenômeno na arte de mixar e entreter, sendo pioneiro em terras brasileiras no trabalho com os sons do Reino Unido: o Jungle e Drum & Bass. O sucesso internacional de Marky está bem documentado e tem refletido de forma impactante na cena brasileira há mais de uma década, pois ele continua sendo o DJ com maior evidência do país no segmento. Sua habilidade e técnica conquistam fãs pelo mundo e hoje, com sua personalidade e carisma, consegue atrair multidões em suas apresentações. Com cobertura intensa no Brasil, Europa, Estados Unidos, Ásia, Austrália e República Tcheca, Marky tornou-se uma autoridade nas pistas de todos os lugares por onde passou. O DJ fica pelo menos seis meses do ano em turnê tocando pelo Brasil afora. Tamanho sucesso explica a oitava posição no Top 50 House Mag.

 
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9: Wrecked Machines
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Top 55 do mundo pela revista inglesa DJ Mag em 2006, Wrecked Machines é o maior nome do trance brasileiro. Ultrapassou fronteiras para se tornar uma das principais atrações da cena nos últimos anos e foi o primeiro projeto brasileiro a se firmar no cenário internacional – o que explica sua aparição entre os 10 mais deste ranking. Hits como "Trancespotting", "Round n' Round" e "Enjoy the Silence", fenômenos no mundo inteiro, são apenas alguns dos fatores que colocaram pela primeira vez um projeto nacional entre os maiores nomes do trance mundial. Atualmente, Wrecked Machines já acumula três álbuns e continua sendo um dos projetos mais requisitados do Brasil. Para encontrar espaço em sua agenda são necessários meses de antecedência. Também continua fazendo sucesso fora do país: no começo de novembro passado realizou apresentações no Japão e é uma das atrações confirmadas para o famoso festival australiano Rainbow Serpent, que será realizado em janeiro de 2009, no qual estará ao lado de grandes nomes.

 
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10: Ferris
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Eleito melhor DJ do Brasil na categoria progressive house em uma premiação nacional, Ferris, com 20 anos de carreira, ganhou notoriedade na cena eletrônica em 2003, após se consagrar campeão da etapa Brasil do maior campeonato de DJs do mundo, o Found@thirst. Ferris é um dos nomes pioneiros e mais respeitados do progressive house. Seus sets exploram as vertentes da house music, fazendo uma mistura melódica futurística de alta qualidade. Prova de sua competência são suas apresentações ao lado dos grandes nomes da cena mundial, como Carl Cox, John Digweed, Erick Morillo, Tiesto, Paul Oakenfold, Armand Van Helden, Ferry Corsten e muitos outros. Ferris ao longo de sua carreira esteve sempre vinculado ao mercado de rádios e gravadoras com ênfase em música eletrônica. Já esteve presente no line-up dos melhores clubs e eventos do país, por exemplo: Tiesto Tour Brazil 2004/2005/2006/2007, Ministry of Sound tour Brazil, Gatecrasher, Slinky, Amnesia, Parada da Paz, Heineken Thirst, Skol Spirit, além de grandes festivais como Creamfields, Helvetia Music Festival e Tim Festival.

 
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11: Leozinho & Paciornik
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Essa dupla contribuiu para elevar o nome do Sul do país ao patamar mais alto da cena eletrônica nacional. Leozinho & Pacionirk conquistam pelo carisma e incrível qualidade musical. Leozinho é DJ e especialista em progressive. Começou sua carreira quando voltou de Londres com os amigos para comprar discos e participar de algumas festas que estavam começando a pipocar por lá. Rodrigo Paciornik é baterista. Começou sua vida com as baquetas aos seis anos de idade ao inventar sozinho no quintal de casa uma bateria compostas por latas e panelas. Também integram o projeto Life is a Loop.

 
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12: Renato Cohen
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Cohen nasceu em São Paulo em 1974 e está profissionalmente na ativa desde 1994. É um grande produtor brasileiro de techno, além de ser um dos mais requisitados DJs da atualidade. Ele se estabeleceu no circuito de casas noturnas brasileiras ao longo dos anos e lançou vários sucessos para as pistas com sua assinatura. Seu mais comentado sucesso, a música "Pontapé", tornou-se um hit instantâneo e logo foi adquirida pelo selo de Carl Cox, o Intec Label. Já se apresentou nos principais clubs e festivais de techno do mundo, como I love Techno, Dance Valley, Fabric, U60, Space, entre muitos outros.

 
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13: Mary Zander
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Primeira-dama do house carioca, DJ Mary Zander apresenta uma contagiante mistura de deep, funky, tech e electro house – sempre com técnica precisa e extrema elegância. Mary começou a tocar em 2000, sem muito compromisso, colocando som em festas de amigos e pistas de chillout. Carismática, descolada e muito talentosa, a bela carioca viveu uma ascensão meteórica na cena eletrônica e, em pouco anos, passou a ocupar um lugar de destaque neste meio essencialmente masculino. Fora das pistas, a DJ desenvolve o programa PLAY.MO.BEATZ do canal Woohoo.

 
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14: Julio Torres
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DJ e produtor, Julio Torres é um artista completo que passeia por vários estilos dentro de seu set, indo do House ao Techno. Já chegou a ser eleito o principal produtor de house do Brasil por uma revista gringa. A biografia de Julio Torres conta apresentações em todos os principais club do Brasil, além de dividir a cena com os maiores artistas do mundo: Paul Van Dyk, Fatboy Slim, Tiesto, Danny Howells, Steve Lawler, Sasha, John Digweed, Deep Dish, LCD Soundsystem e muitos outros. Hoje, Julio é residente do Club D-EDGE em São Paulo e tem um projeto paralelo onde assina faixas como Crossover.

 
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15: Female Angels
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Super poderosas DJs! Assim que as Female Angels já são conhecidas. Muito mais maduras e entrosadas do que no início do projeto, em 2006, os ingredientes beleza, sensualidade e simpatia agora ficam de coadjuvantes diante da técnica e do aprimoramento musical que vêm crescendo ao longo destes anos. O projeto, idealizado pela Play Management, consiste em colocar no comando do som um grupo de DJanes tocando simultaneamente. Já percorreram boa parte da América Latina e agora as próximas gigs incluem cidades como Miami.

 
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16: Paulinho Boghosian
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Paulinho Boghosian, hoje com 27 anos, respira música eletrônica desde a adolescência. Seu som é predominantemente house, englobando as vertentes deep house, funky house e eletro house. Eventualmente seus sets aparecem também com toques de progressive house. O resultado é um set conceitual, mas digerível por todos ao mesmo tempo. A carreira profissional começou em 1999, quando ganhou o prêmio Phillips Expression, uma competição para novos DJ da cena eletrônica. Acaba de lançar o álbum "Concept" pelo selo 3Plus.

 
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17: Carlo Dall´Anese
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Eleito duas vezes o melhor DJ do Brasil na categoria progressive house numa premiação nacional, Carlo Dall'Anese é o único DJ residente há sete anos no badalado Club Sirena na praia de Maresias, onde se apresenta freqüentemente com os melhores artistas da e-music do mundo. É respeitado no mercado nacional e também por muitos "big names" do universo eletrônico. Tem trabalhos lançados em diversos países, como os tracks "Beautifiull Song" e "No Matter" – atualmente no case de tops como Deep Dish e Hernan Cattaneo.

 
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18: Vácuo
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O Vácuo é o mais expressivo Live de vocal house do Brasil. O projeto é formado pelo guitarrista e cantor Edu Pizzatto e pela vocalista Fernanda Mateus, que tocam e cantam os grandes sucessos da house music em versões especialmente produzida por eles. Já se apresentaram em importantes clubs como Warung, Lique, Deseo, Sedna Lounge, Eon, entre outros, onde dividiram a cena com artistas renomados como Tocadisco, Kaskade, Redanka e Life is a Loop. Ambos trabalham há mais de 10 anos no cenário musical, mas apenas recentemente se entregaram para a música eletrônica.

 
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19: Rica Amaral
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Rica Amaral é considerado um dos maiores artistas da cena eletrônica brasileira. Está na música eletrônica desde de 1995, quando trocou os consultórios odontológicos pelas pick-ups. Eleito melhor DJ de trance por quase 10 anos consecutivos em veículos especializados, é dono de uma das agendas mais concorridas do país. O DJ marcou presença nos mais importantes eventos de música eletrônica no Brasil e na Europa. É também um dos nomes por trás da famosa festa XXXperience e agora também está com uma coleção de roupas que leva seu nome na grife Staroup.

 
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20: Rodrigo Ferrari
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Residente do club Pacha São Paulo, todas as sextas o artista recebe nomes como Erick Morillo, Fatboy Slim, Sander Kleinenberg, Miguel Migs, Bob Sinclar, entre outros. Rodrigo Ferrari faz parte da história da cena eletrônica no Brasil, participando de eventos de grande porte como Slinky, Gatecrasher e Tribal Gathering. Ao longo de seus 15 anos de carreira Ferrari se destacou também como residente do club Anzu, onde tocou ao lado de artistas como Darren Pearce, John Graham, Derrick May e Jr. Sanchez. Hoje é destaque também como produtor musical, com uma extensa discografia lançada.

 
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21: Gabe
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O produtor nacional Gabe, conhecido por integrar projetos como Wrecked Machines, Growling Machines e Velkro, agora apresenta também um projeto de minimal techno, o Gabe Live. Tem parceiros de peso na produção, como D-Nox & Beckers, Sasha e Ido Ophir.

 
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22: Murphy
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Começou a tocar em 1992, influenciado pelo acid house e hip-hop que apareciam nas pistas. Faz parte da história da música eletrônica no Brasil. Discotecando e produzindo, ele não só se destacou no meio por suas excelentes produções como também pela técnica invejável. Murphy conquistou o mundo com apresentações em mais de 35 países.

 
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23: Aninha
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Os sets com grooves bem elaborados, a sutileza da mixagem e os sons futurísticos são características do trabalho dessa DJane. Residente do Warung, seu set list – composto por faixas de Minimal, Electro, Acid e Tech House – tornou a sua apresentação uma das mais cultuadas da casa. Recém lançou uma faixa com Rodrigo Carreira.

 
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24: Renato Ratier
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A técnica apurada nas mixagens e a extensa pesquisa musical denotam a sensibilidade e a criatividade de Renato Ratier. Depois de muitas apresentações pelo Brasil e no exterior, o case do DJ e produtor transborda de novidades que traz de suas turnês internacionais. É também proprietário do D-Edge, em São Paulo.

 
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25: Du Serena
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Co-fundador de núcleos muito bem sucedidos, como Tribe e Solaris, e um dos responsáveis pelo crescimento do psy-trance no Brasil, Du Serena ataca agora numa linha com bpms mais baixos, voltando seu som para o techno, principalmente. É também um dos sócios da Carambola Records.

 
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26: Leo Janeiro
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Amante dos bailes de black music da zona norte carioca e das dance floors da zona sul da cidade, Leo Janeiro passeia hoje pela house music e suas vertentes com extrema habilidade e técnica. Fora do Brasil, se apresentou em festas como We Love Brasil no Winter Music Conference de Miami.

 
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27: Silvio Conchon
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Um dos nomes por trás da festa In the House, Silvio Conchon tem como referência DJs como Pippi, Alfredo e Tony Humphries. Já se apresentou em casas como Sirena, D-Edge, Disco, Lótus e Anzu. Produz faixas em parceria com João Lee e Ale Reis e já tocou como feras como Mark Knight e Layo&Bushwacka.

 
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28: Patife
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Recentemente, vem trabalhando em parceria com alguns artistas, bandas e compositores, como Marcelo Mira e Mafalda Minnozzi. Em outubro passado este em Nova York tocando na noite de Halloween. Para 2009, além de seguir cumprindo uma intensa agenda, pretende lançar seu novo álbum (boa parte já está gravada).

 
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29: Ale Rauen
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Eleita DJ Revelação em 2008 numa premiação nacional, a curitibana Ale Rauen é hoje uma das DJanes mais requisitadas do país. Nos seus sets predominam house e tech-house. Já tem passagens por diversos países da América Latina e também EUA (tocou na festa We Love Brasil, em Miami). Integra o label Female Angels.

 
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30: Mora
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Viktor Mora, ou apenas Mora, tem apenas 24 anos mas experiência de veterano. Revelação no gênero progressive house, o paulista tem como principais características mixagens perfeitas e músicas de ponta. Já fez diversas tours no exterior. Além de DJ também já tem várias produções próprias.

 
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31: Buga
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Começou sua carreira como DJ em 1996, após estrear no club Kashimir. Seus sets de house são marcados por uma sonoridade "upflighting", sempre bem construídos num constante crescer que explode em meio ao público contagiado. Como produtor, Buga, além de trabalhar nas músicas próprias, já remixou para Rita Lee e Jota Quest.

 
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32: Feio
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Luiz Guilherme Sala, o DJ Feio, começou profissionalmente em 1997. Hoje é um dos grandes nomes do psy trance nacional, sócio na XXXperience e percorre o mundo levando seu som. Em fevereiro lança no Japão o álbum "Backwash II" e também para 2009 Feio promete estrear um novo Live.

 
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33: Ingrid
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Baseada em Santos (SP), Ingrid mantém sua rotina de produção musical e engenharia de som perto da praia. Decidiu virar DJ em 1998, quando conheceu o The End em Londres. Seu set vai do house ao Techno, com variações de electro, minimal, clássicos e breaks. Ela define como 70% tech-house.

 
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34: Memê
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Carioca, Memê é um dos mais bem sucedidos DJs e produtores de house do Brasil até hoje. Já assinou mais de 150 remixes para diversos artistas e produziu mais de 23 álbuns – foram mais de 7 milhões de discos vendidos entre compilações e álbuns completos. Acumula dezenas de prêmios importantes na área.

 
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35: Ale Reis
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Ale Reis vem se destacando como um dos nomes em maior crescimento do house no país. Já assinou residências em clubs paulistas como Lotus, Cafe de La Musique e Museum. Jazz, soul, nu jazz e deep house são suas especialidades. Hoje está envolvido com o projeto Nomumbah, em parceria com Rafael Moraes e André Torquato.

 
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36: Renato Lopes
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Criador da agência Smartbiz, Renato Lopes tem mais de 20 anos de carreira como DJ. Os primeiros passos foram em 1986, quando era residente do lendário clube Madame Satã (SP) e já fazia parte do processo de formação da cena eletrônica no país. Foi premiado algumas vezes como melhor DJ de Techno pela Folha de S. Paulo.

 
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37: Daniel Kuhnen
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Seu estilo é uma fusão de elementos do house, techno, breaks, funk e disco. Residente do Warung, Daniel também produz e apresenta na rede Atlântida FM o programa Warung Waves. Sua recente indicação ao Ibiza DJ Awards 2008 na categoria "Dance Nation: Brazil" foi o start para Daniel se aventurar nas principais baladas do mundo.

 
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38: Propulse
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Fabiano Zorzan, 31 anos, é um dos pioneiros do formato Live Act no Brasil com o projeto Propulse. Atualmente, Zorzan é residente da melhor noite "Moving" no club D-Edge, em São Paulo, na qual apresenta suas mais recentes produções de house e vertentes.

 
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39: Marcello VOR
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Mixagens ousadas e precisas marcam os sets de Marcello V.O.R. DJ desde 1994, já passou pelos melhores clubs do Brasil e Europa. Desenvolveu dois projetos de sucesso: 2Hi, com Daniel Marques (aka Vibra), e Velkro, em parceria com o produtor Gabriel Serrasqueiro (Gabe). Agora lança faixas em EPs e coletâneas de labels como Timbee (Alemanha), Toolroom (UK) e Tropical Beats (Brasil).

 
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40: Jeje
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O curitibano Jeje, 35 anos, é uma das principais figuras na cena eletrônica do Sul do País. Além de DJ e produtor, também assina a produção da Tribal Tech e das edições curitibanas de festas como XXXperience, Chemical e Tribe. Seus sets variam do minimal ao tech-house/techno.

 
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41: China
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Mais conhecido como China, Humberto Sato começou sua carreira de DJ em 1997. Suas influências passam por nomes como Danny Howells, Nic Fanciulli e Phonique, e por labels como Dessous, Plastic City e Get in Physical. Com estilos que variam do deep house ao eletrônico, China faz performances ecléticas e empolgantes.

 
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42: Henrique Fernandes
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Com seus sets eletrizantes, Henrique Fernandes faz a pista pulsar com muito charme. Toca deep-house, passando pelo balearic, vocal house e electro house, até o progressive. Sua festa We Love House Music reúne um público exigente no El Divino, em Florianópolis. É também residente no Parador 12, em Jurerê Internacional.

 
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43: Sabrina Tomé
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Aos 31 anos – sendo mais de 10 dedicados à música –, a gaúcha Sabrina Tomé é dona de uma técnica singular. Sensual e dona de figurinos incríveis, a DJ é cheia de bossa e aposta num repertório cool. Em 2008 Sabrina deu seus primeiros passos como produtora, lançando com sucesso a track "Be Cool".

 
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44: Vitor Lima
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Nos últimos 13 anos Vitor Lima acumulou prêmios, álbuns lançados por grandes gravadoras, residências internacionais e programas em rádio, além de ter se tornado um especialista em multidões. Na agenda semanal do DJ – que segue a linha Progressive – está o programa Clubtronic, na rádio paulistana Energia 97 FM.

 
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45: Alex Dias
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O curitibano Alex Dias começou como DJ em 1991 e passou a se dedicar à produção musical em 2000. Hoje suas tracks já estão no case de grandes DJs como Carl Cox e também em várias coletâneas. Alex também administra a ADS Records, com cerca de 28 artistas nacionais e internacionais.

 
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46: Camilo Rocha
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Apaixonado por música desde a adolescência, Camilo Rocha é uma figura renomada na cena da música eletrônica. Não somente pelos mais de 12 anos de estrada como DJ profissional, como também atuando como jornalista de música – hoje integra o time de colunistas da House Mag. Seus sets variam entre techno, house e breakbeat.

 
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47: Edgard Fontes
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Edgard Fontes é um dos DJs preferidos do públic jet-set. Sua house music refinada aterrissou três temporadas consecutivas (2003, 2004 e 2005) no club Space, em Ibiza (Espanha). Já fez warm-ups importantes para Tiësto e Paul Van Dyk. Hoje também atua com força na produção musical.

 
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48: Rolldabeetz
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Surgiram em 2006 e no mesmo ano se tornaram o projeto mais atuante de Curitiba. Soundman Pako & Fabo Px apresentam um set list que vai do minimal ao house. Não dispensam suas próprias produções, repletas de muito groove. Suas músicas já foram elogiadas por produtores como Gustavo Bravetti, Renato Lopes e Wehbba.

 
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49: Mara Bruiser
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Mara Bruiser morou em Londres durante dez anos, onde foi integrante da cena underground techno local. Começou como DJ no início dos anos 90, quando conheceu os DJs Liberators. Seus sets são cheios de energia, e seu estilo dançante já foi apreciado em países como Escócia, Venezuela, Estônia e Irlanda, entre outros.

 
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50: Rodrigo Ayala
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O gaúcho Rodrigo Ayala vem se destacando no país e também em clubs da Europa e EUA. Em 2008 passou pelo Avalon, em Los Angeles, e no Moonshadows Blue Lounge, em Malibu. Rodrigo possui residências de peso no Sul e já acumula quase 15 anos de carreira. Sua agenda está lotada até fevereiro.

 

 
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Top 50 Brasil 2008
 
 
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