Por assessoria
Foto de abertura: divulgação
Com o mundo cada vez mais digital e conectado, ouvir música ficou muito mais fácil, prático e rápido — obrigado, streaming! Hoje, dar o play em uma música demora apenas alguns segundos, mas, para colocar essa música nas principais plataformas digitais, como Spotify, Apple Music, Deezer e outros locais, é preciso que ela passe por uma distribuidora digital.
Já existem diversas marcas que atuam neste mercado e, explicando de forma simples, o que elas fazem é basicamente entregá-la ao ouvinte através das lojas on-line, assim, quando uma faixa é comprada, o artista recebe dinheiro através dos Royalties, o valor depende de como e onde ela foi adquirida. E é exatamente neste mercado que o conhecido Leo Janeiro vai ingressar, idealizando uma distribuidora batizada de Get Digital, focada, especialmente, no mercado artístico da América Latina.
Para ajudá-lo a dar vida a essa ideia, ele contará com Roland Leesker, um dos nomes à frente da gravadora Get Physical Music, parceiro e amigo de muitos anos com quem já comanda outro projeto, o Cocada Music. A Get Digital é, então, uma soma de forças e expertises que vai ajudar a sua música a chegar mais longe através dos melhores caminhos e estratégias.

Leo Janeiro e Roland Lessker – Foto: divulgação
Em contato com Leo Janeiro, ele afirma que o trabalho terá uma base colaborativa. “O Brasil tem uma diversidade de estilos e muitos artistas incríveis que são parte do DNA cultural do país. Somos abençoados por ser o lar de tal multiplicidade de talentos. Queremos ajudar a desenvolver o potencial musical e comercial do país, contribuir para um ambiente de parcerias, fomentar projetos valiosos e construir um trabalho sustentável baseado em ideias colaborativas”.
Algumas gravadoras que já possuem parceria fechada e terão suas músicas distribuídas pela Get Digital são a Avotré, Afro Acid, Bantwanas Collective, City Fox, Cocada Music, CLR, Festina Lente, Kindisch, Poesie Musik, Tropical Beats, Otherwise Records, Words Not Enough e Swoon Recordings. “Nossa ideia é fazer um trabalho direcionado e entender o que cada label deseja, com um número de selos mais enxuto, focando em um repertório bacana e bons resultados nas plataformas de streaming”, acrescentou Roland.
Vale destacar que essa parceria também conta com a força e experiência da Zebralution, que, recentemente, vendeu a maior parte de suas ações para a sociedade de gestão de direitos musicais da Alemanha, GEMA, que fornecerá seus serviços de distribuição, know-how e tecnologia. “Somar forças é fundamental para expandir em diferentes países e aproveitar a expertise local em mercados de rápido crescimento, como o Brasil”, finalizou o diretor musical da Zebralution, Oke Göttlich.
